Anibelli Neto expõe preocupação com o “novo pedágio”

Ao participar na manhã desta quinta-feira da audiência pública quando técnicos da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres e do Ministério da Infraestrutura apresentou o novo modelo de pedágio previsto para o Paraná, o deputado Anibelli Neto expõe sua preocupação se os erros cometidos nos contratos assinados em 1997 serão sanados.

O deputado questionou, por exemplo, se existe algum “remédio” para corrigir, por exemplo, os reajustes das tarifas. Anibelli Neto lembrou que há 24 anos, a inflação no Brasil era alta e os contratos foram previstos nesta situação e, em função disso, os reajustes foram acima da inflação.

Segundo ele, não foram previstos o aumento extraordinário da frota de veículos e isso prejudicou em muito os cálculos do preço da tarifa, que eram feitos em cima da frota que existia à época, o que permitiu um lucro extraordinário para as concessionárias.

Anibelli Neto questionou ainda se os novos contratos irão prever o aumento o crescimento do Estado, o aumento da frota e da população; e se haverá federalização de alguma rodovia e se irá prever a construção de terceiras e quartas pistas como existem em diversos países.

Anibelli Neto destacou que, no mandato passado, integrou a Frente Parlamentar do Pedágio, percorrendo o Estado e sentindo a “preocupação e a indignação” da população paranaense com o modelo proposto 24 anos atrás. Por isso – disse – há a necessidade que a nova proposta de pedágio seja amplamente debatida com a sociedade para que não se repita o mesmo erro.

Ao final da audiência pública, o deputado Anibelli Neto reafirmou sua convicção é que a menor tarifa ofertada é a melhor forma de realizar a licitação entre as empresas interessadas, pois sua certeza é que muitas estarão interessadas em participar da licitação.

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